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A mostrar mensagens de Dezembro, 2014

O que é a arte (de novo)

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Aqui fica uma sugestão para começar o novo ano, no dia 9 de Janeiro, no auditório do Museu Coleção Berardo. Trata-se da segunda parte do colóquio O Que é a Arte?, de cuja primeira parte aqui deixámos nota.

Eles estão por todo o lado

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O que há em comum entre todas estas pessoas?

Matt Groening (o criador de Os Simpsons)
Vaclav Havel (escritor e ex-presidente da República Checa)
Ethan Coen (realizador de cinema: Fargo, Este País não é para Velhos, O Grande Lebowski)
Lana del Rey (cantora)
Stewart Butterfield (co-fundador do Flickr)
Harrison Ford (ator)
Bruce Lee (ator de filmes de artes marciais)
Carly Fiorina (antiga presidente da HP)
Robert Motherwell (pintor)
Philip Glass (compositor)
Larry Sanger (co-fundador da Wikipédia)
Susan Sarandon (atriz: Telma e Louise, A Grande Caminhada, O Cliente)
Mike Ratledge (organista e fundador do grupo de rock progressivo Soft Machine)
Richard Gere (ator)
Gavin Bryars (compositor)
Peter Thiel (fundador do PayPal)
Terrence Malick (realizador de cinema: A Barreira Invisível)
Steve Reich (compositor)
Reid Hoffman (co-fundador do Linkedin)
Moby (músico)
...
Pacheco Pereira (comentador político)
Francisco Assis (político)

Sim, todas elas estudaram ou têm uma graduação superior em filo…

Janelas no Jornal de Letras

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Métodos da Ética

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É certamente merecido o prémio de tradução científica e técnica para língua portuguesa atribuído pela FCT à tradução de Os Métodos da Ética, do filósofo utilitarista Henry Sidgwick, por Pedro Galvão. A tradução de Pedro Galvão para a Fundação Calouste Gulbenkian (2013), é feita a partir da 7.ª edição do original inglês, de 1907, e inclui uma curta, mas muito clara e muito útil, introdução do tradutor. 
A introdução de Pedro Galvão começa assim:
Os Métodos da Ética, de Henry Sidgwick conta-se entre as obras-primas incontornáveis da ética filosófica — é o que asseveram muitos dos melhores filósofos morais do nosso tempo. John Rawls refere-se a este livro como «a obra filosoficamente mais profunda» do utilitarismo clássico, a teoria defendida por Jeremy Bentham, e mais tarde por J. S. Mill, que propõe a promoção da felicidade geral como padrão ético fundamental. Peter Singer, um utilitarista que não hesita em descrever Os Métodos da Ética como o melhor livro de ética jamais escrito, just…

Lógica aristotélica ou proposicional?

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Ao longo de vários anos, tenho-me dado conta de que por cada dúvida que professores e alunos nos fazem chegar quanto à lógica proposicional, recebemos mais de uma vintena de dúvidas relativamente à lógica aristotélica. Isto só por si seria uma razão com alguma força para fazer os professores considerar leccionar a lógica proposicional em vez de leccionarem a aristotélica. Claro, esta é uma razão de mera expediência, e por isso sem muita força. Contudo, se a isto acrescentarmos os dois factos seguintes, ficamos com fortes razões para preferir leccionar a lógica proposicional à aristotélica.

E que factos são esses? O primeiro e mais óbvio é que a lógica proposicional ensina lógica aos alunos num sentido estruturante e operativo, porque ensina a lógica elementar profunda da linguagem do raciocínio, que eles usam todos os dias e a toda a hora: a lógica da negação, da condicional, da conjunção e da disjunção. Além disso, esta lógica está subjacente a muitas discussões filosóficas: para co…

Janelas para a filosofia

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Subalternas

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O quadro acima encontra-se na página 35 do manual do 11.º ano (no manual do professor está totalmente preenchido). 

Alguns colegas perguntaram-nos se a resposta que se encontra destacada no quadro acima estará mesmo correta. Então a subalterna de uma proposição do tipo I (Algumas verdades são desagradáveis) não é uma proposição do tipo A (Todas as verdades são desagradáveis)? Não é verdade que A e I são subalternas uma da outra? Se isso for verdade, então há um erro no quadro, pois a resposta correta não é "Não tem". 
Mas a verdade é que não há qualquer erro no quadro, pois as proposições de tipo I e de tipo O não têm subalternas, apesar de elas serem subalternas de proposições de tipo A e tipo E, respetivamente.
A relação de subalternidade, ao contrário das outras (contrariedade, contraditoriedade e subcontrariedade), não é simétrica. Assim, uma proposição de tipo I é a subalterna de uma proposição de tipo A. Mas uma proposição de tipo A não é a subalterna de uma proposição de…

Concurso: Ensaio filosófico no ensino secundário

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Eis uma excelente iniciativa da Associação de Professores de Filosofia (APF), que merece uma grande adesão de todos os professores de Filosofia do secundário.
A APF irá promover, no presente ano letivo, o concurso Ensaio filosófico no ensino secundário, dirigido a todos os alunos do ensino secundário público e privado português, com as seguintes finalidades: promover nos jovens o interesse pela escrita e reflexão filosófica sobre problemas atuais; valorizar o ensino da filosofia no ensino secundário e contribuir para a divulgação do trabalho realizado na escolas. 
O prazo de entrega de ensaios termina no dia 1 de Junho de 2015. O tema é livre e o ensaio não deve ultrapassar as 20 páginas (incluindo capa, eventuais índices, referências bibliográficas, anexos, etc.). O prémio é de 150 € e só pode concorrer um aluno por escola, obrigatoriamente orientado por um professor.

Os Ensaios serão avaliados em função dos seguintes critérios:     a) exploração rigorosa do problema, tese(s), argumentos…