sábado, 26 de outubro de 2013

Soluções das questões de revisão

Alguns professores escreveram-nos a lamentar o facto de não darmos as soluções para as questões de revisão que se encontram no fim de cada lição do manual 50LF. Não o tínhamos feito porque nos parecia desnecessário, dado que procurámos fazer perguntas simples e directas, cujas respostas se encontravam facilmente na própria página ou, no máximo, duas páginas atrás. 

Contudo, se alguns professores nos diziam que teria sido melhor dar as soluções no Livro de Apoio, então talvez fossemos nós, autores, que estávamos a ver mal as coisas. Fomos, por isso, ver melhor e concluímos que esses professores têm razão: apesar de, na maior parte dos casos, se encontrarem respostas fáceis no próprio texto das lições, há algumas questões em que isso não acontece, tendo nós próprios, professores, de perder mais tempo do que seria de esperar para encontrar a solução.

Assim, decidimos incluir no manual digital, junto das questões de revisão de cada lição, as respectivas soluções. As soluções das primeiras 14 aulas (três primeiros capítulos) já estão disponíveis, bastando clicar no botão «Documento» para abrirem (como se pode ver na imagem abaixo).


As soluções dos outros capítulos (a leccionar só no 2º período) serão acrescentadas em breve, muito antes de começarem a ser leccionados.

Agradecemos sinceramente aos colegas que nos contactaram e nos fizeram ver isso. E não hesitem em nos contactar sempre que vos parecer que o manual pode ser melhorado ou corrigido em algum aspecto. Estamos cá para isso mesmo. Sempre.  

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Planificações para o 2º período

As tradicionais planificações para o segundo período (10º ano), mais precisamente sobre ética e filosofia política, estão já disponíveis no manual digital, na página 241. Mais uma vez se recorda que todos os professores das escolas que adoptaram 50LF, e só esses, têm completo acesso ao manual digital.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Uma apresentação radiofónica de O QUE É A ARTE?, de Tolstói



Pode clicar na imagem para ouvir uma apresentação do célebre ensaio filosófico de Tolstói, feita aos microfones da TSF por Carlos Vaz Marques, na rubrica O Livro do Dia.

Outra apresentação do livro pode ser lida aqui.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Errata

Alguns leitores já se devem ter dado conta da nova secção, intitulada Errata, que acrescentámos a este blogue. As gralhas e os erros são para corrigir, como é nossa obrigação. Claro que tivemos todo o cuidado para os evitar, mas há quase sempre pormenores que acabam por nos escapar. Por isso apelamos aos utilizadores do 50LF que não deixem de estar atentos e que nos reportem qualquer erro ou gralha que eventualmente venham a encontrar. Cá estaremos para dar conta disso e os corrigir.

Novidades na net


Um novo blogue de filosofia destinado a alunos do secundário surgiu recentemente na net. Trata-se de Filosofia na ESAS, um blogue de apoio aos alunos, que complementa com materiais adicionais (alguns dos quais originais) o manual adoptado na E. S. Alberto Sampaio, precisamente 50LF. O seu principal responsável é o professor António Padrão. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Inferências: agora com exemplos

Aqui ficam os exemplos de inferências referidas no esquema apresentado no post anterior.




Vale a pena acrescentar quatro notas.

A primeira é que os termos «argumento», «inferência» e «raciocínio» são aqui usados aproximadamente como sinónimos. Há quem possa fazer aqui distinções subtis, mas não nos parecem didacticamente relevantes neste contexto.

A segunda é que há diferentes formas de classificar as inferências, sendo esta apenas uma delas. Por exemplo, a distinção entre inferências semânticas e conceptuais pode ser disputada. Todas as classificações têm vantagens e desvantagens. Esta não foge à regra. Contudo, algumas classificações são didacticamente indispensáveis. Neste caso, é importante fazer distinções pela razão simples de que diferentes tipos de inferências são avaliados de maneiras diferentes. Se não soubermos que tipo de inferência temos pela frente, torna-se mais difícil determinar se ela é ou não uma inferência válida (ou boa, ou forte). E é mais difícil ainda mostrar porquê.

A terceira prende-se com os nomes dados aos diferentes tipos de inferências. Em alguns casos há outras designações disponíveis. Por exemplo, também se chama «abdução» aos argumentos a favor da melhor explicação, e os argumentos por generalização são por vezes referidos como «argumentos por enumeração». A ideia aqui não é ser exaustivo quanto às designações usadas.

A quarta é que procurámos, sempre que possível, escolher exemplos com conteúdo filosófico, relacionados com as matérias leccionadas no secundário. Em alguns casos haveria exemplos mais simples e mais banais. Por exemplo, podia ter sido apresentado um argumento a favor da melhor explicação mais banal, como: «Se choveu, a rua está molhada. Ora, a rua está molhada. Logo, choveu». Apesar de formalmente inválido (exemplifica a conhecida falácia da afirmação da consequente), este argumento é frequentemente bom: muitas vezes, ter chovido é a melhor explicação disponível para a rua estar molhada.

Agora só falta dizer quais os critérios que, no caso das diferentes inferências não dedutivas, nos permitem decidir quando elas são válidas (ou boas, ou fortes) ou inválidas (ou más, ou fracas). Isso provavelmente irá ficar apenas para o novo manual digital do 11º ano, no qual estamos a trabalhar.